Perguntaram a um guerreiro espartano sobre os limites do seu país, e esse replicou: — Os limites de Esparta estão marcados pelas pontas das nossas lanças.

Algo idêntico ocorre em referência à extensão da nossa igreja; com a diferença de que as nossas armas não são carnais, mas que as armas da nossa milícia são poderosas em Deus, II Co 10:4.

Aonde quer formos, pregamos a Cristo crucificado! E Sua Palavra, solenemente proclama: O QUE CRER E FOR BATIZADO, SERÁ SALVO, Mc 16:16.

Disseram ao espartano: “Não tem muralhas em Esparta”, e a resposta foi:

A resposta foi: — As muralhas de Esparta são os peitos dos seus filhos. Então, entendemos que não existem defesas especiais para nossa igreja, nem leis que nos amparem, mas temos corações regenerados e espíritos consagrados que um dia resolveram viver e morrer a serviço do Reino de Cristo, e, que agora têm sido suficientes, nas mãos do Espírito Santo, para preservar-nos de atrozes inimigos. Essa batalha não é de agora, iniciou há muito tempo, Gn 3:1; e não vemos o fim dela, exceto na volta de Jesus Cristo para buscar a Sua igreja, e em nossa vida eterna.

É certo que Esparta não poderia ser defendida por uma raça de covardes armados com lanças sem pontas. De igual modo, a Igreja Presbiteriana de Maranguape II, ao longo de sua história, não pode ser defendida por crentes tímidos, sem intrepidez e sem ousadia. É preciso que adotemos um heroísmo (II Tm 1:7) a fim de enfrentar as exigências do presente século (II Tm 3:1-5).

Que o Senhor da Seara, Supremo Pastor da Igreja, faça com que os fracos entre nós sejam como Davi, e a casa de Davi como o Anjo do Senhor, Zc 12:8.

Avante! Igreja Presbiteriana de Maranguape II.

Pr. Alexandre

16º Aniversário da Igreja

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