Não há forma, fórmula ou modelo para preservar a fidelidade ao cônjuge. Certo é que devemos ser felizes com a pessoa que casamos, apesar da guerra declarada da mídia em contrário, das filosofias modernas, ou dos dias atuais.

No século 18 as pessoas se casavam através de um arranjo, onde quase nunca existia sentimento, mas um contrato estabelecido. No século 19 se passou a dizer em um contexto de romantismo, que você deveria casar com uma pessoa, gostar dela, ser fiel a ela, gerar filhos, gostar disso e amar cada vez mais. No século 20, as relações passaram a ser temporais, o divórcio explodiu; já no Século 21 os relacionamentos passaram a ser apenas superficiais, onde as pessoas passaram a ter um affair (expressão que vem do francês affaire, que significa caso).

No entanto, desde que mundo é mundo, a infidelidade, a poligamia (um homem casado simultaneamente com várias mulheres), a poliandria (uma mulher casada simultaneamente com vários homens) e a troca de parceiros nunca pareceram boas escolhas, nem alavancas poderosas da felicidade. Isto quer dizer que as pessoas que tem muitas relações sexuais; e são muitos pesquisadores/estudiosos que afirmam, não parecem mais notadamente felizes, do que as pessoas que tem um cônjuge só, e é fiel a este cônjuge.

O arremate da pergunta: se é possível ser fiel ao cônjuge, eu respondo com um versículo das Escrituras Sagradas que diz: O que adultera com uma mulher está fora de si; só mesmo quem quer arruinar-se é que pratica tal coisa, Pv 6:32.

Pr. Alexandre

INFIDELIDADE é loucura

Artigos Relacionados

Classificado como: