Estará chovendo pra cima?

O que é a Igreja de fato? Quem a inventou? Pra que existe? Pra que serve? Qual seu objetivo? Qual será sua motivação? Qual será o seu fim?

Paredes claras ou escuras? Luzes acesas ou apagadas? De Paletó ou de camiseta? Sentados ou rolando ao chão? Tanto faz ou tanto fez? De Bíblia na mão ou de celular? Crianças cultuando ou recreando? O que você acha?

Igreja não tem palco, tem ALTAR: No palco há performance, no altar há sacrifício.

Igreja não tem show, tem CULTO: No show há exibição, no culto há rendição.

Igreja não tem estrelas, tem SERVOS: Estrelas brilham, servos obedecem.

Igreja não tem fãs, tem DISCÍPULOS: Fãs aplaudem, bajulam e tiram selfs; discípulos aprendem, submetem-se e seguem.

Igreja não tem artistas, tem MINISTROS: Artistas atuam, ministros servem.

Igreja não tem plateia, tem ADORADORES: Plateia assiste e é expectadora; adoradores agem, tomam iniciativa, prostram-se e entregam-se.

Quando uma Igreja passa a ter palco, show, estrelas, fãs, artistas e plateia, faz jus à citação de Warren W. Wiersbe, em seu livro “Crise de integridade”, que diz: A igreja é semelhante a Arca de Noé. Se não fosse o juízo de Deus para os que estão fora, seria impossível suportar o mau cheiro dos que estão dentro.

Mas quando a Igreja assume seu lugar pela trilha do altar, do culto, dos servos, dos discípulos, dos ministros e dos adoradores, encontra a sua identidade resumida nas palavras de Paulo: “…é a Igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade.” (I Tm 3.15).

Soli Deo Gloria.